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    Ele foi, nem olhou pra trás, nem sentiu
    Foi, nem ligou pros pais, nem mentiu, só foi
    Se jogou pro centro da cidade,
    só com a roupa do corpo,
    o corpo cheio de vontade de matar,
    aquilo que o matava por dentro
    Sentir, que ainda vive por um momento

    Pai de alguém, filho de alguém,
    não é filho do prefeito então não é ninguém,
    ele é como um zumbi,
    mal lembra de quem deixou por aqui
    Tá, pra ver, tudo aqui sucumbi
    Vidros, tiros, tomam seu corpo,
    xinga e afoga suas mágoas numa seringa
    Foge porque a polícia quer te pegar
    Sorte, ele conhece bem o lugar
    O tempo passa e ele passa a se desesperar
    A esperar a hora de poder cheirar

    (Refrão)
    E foi pra rua procurar
    O que não tinha achado por aqui
    Talvez só procurasse alguém pra amar
    Ou talvez uma missão pra cumprir
    Vaga sem direção, anda com uma só função
    Vender, comprar, cheirar, fumar, viver, morrer em vão

    Um parabriza limpo, mais uma moeda
    Mais uma pedra, mais uma queda
    Ele ajoelha após 30 segundos sem dor,
    mas ela volta e ele volta pro seu cobertor
    Coração bate, o cérebro lateja,
    a alma flutua o corpo rasjeta
    Vidros sobem a noite cai
    e o resident evil tá lá fora e não sai,
    ele tenta fugir, tenta lutar, tenta fingir que não é seu lugar
    Sem céu, sem réu, no limbo e só
    Sem véu, sem mel, caximbo e pó
    Ele respira bem fundo e vai

    Talvez a procura do seu monte sinai (?)
    A lágrima cai, toma seu posto
    E vai descendo devagar pelo seu rosto
    Sem cor, sem vida, também sem amor
    Desce a corda de um caixão sem flor
    Tantos sonhos que já não existem mais
    De quem encontrou a guerra procurando por paz
    E não é de hoje, não é de ontem, não
    Que o mundo assiste o mundo em defecação
    Não sei quanto tempo vai durar mas ele tá lá
    A esperar a hora de poder fumar

    (Refrão)
    E foi pra rua procurar
    O que não tinha achado por aqui
    Talvez só procurasse alguém pra amar
    Ou talvez uma missão pra cumprir
    Vaga sem direção, anda com uma só função
    Vender, comprar, cheirar, fumar, viver, morrer em vão

    Na rua maldade no olhar, vontade de matar
    Dormir sem saber se vai acordar,
    papelão, lixo, fome, tensão
    Assombração, bicho, homem, quem são?
    Vida e morte em um só ser
    Na escuridão, aonde é mais fácil se esconder
    Game over, o tempo passa sem ver
    E ele lá a esperar a hora de poder morrer

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