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    Não importa o quanto eu bongo
    Eu fico mais songomongo
    Cabeça pesa caminho longo
    Longe levanto e alongo

    Monge do tibet
    Passagem pelo congo
    Rato calango camundongo
    Improviso vivo salvo pelo congo

    Carcaça de louva-Deus
    E os braçin de pernilongo
    Tá tudo lindo e perfeito
    Por enquanto é o rei do bong

    Não desaponto
    Mescalina microponto
    Já tô pronto pro confronto
    Comigo mesmo no ponto

    Entre mim e o outro tonto
    Que é crônica e conto
    1,50 sem desconto
    Salgado queijo com frango
    Não sacia meu estrombo
    Tem um rombo de lumbriga
    Igual um sumaniano

    Então meu mano sou insano
    Magrin tipo osso e pano
    Não falo nem de fulano
    Não conheço o tal ciclano
    Cada um no seu quadrado

    No meridiano nem que atravesse o oceano
    A remo carrego um piano
    Nunca fui nenhum puritano
    Quando deixo o bigode grande

    Fico igual um xicano
    Gosto de proteína
    Não me contento com almoço vegetariano
    Rimo o tempo todo

    Vivo tipo um cigano
    Não ligo tecnologia
    Ipod ipad itouch nano
    Meus problemas se resolvem
    Conforme o cotidiano
    Da cintura pra cima
    Revolução coreano

    Da cintura pra baixo
    Tem o sangue africano
    Ia ser queimado tipo
    Se nascesse no vaticano
    Sou maluco de loucura
    Na vida sou veterano
    Nem sei qual herança cultural
    Que eu tô deixando
    Tabaco com verde clara
    Agora o mix tá pronto

    Roda de bong só quem bonga
    Sabe do que eu tô falando
    Pra quem não bonga não sabe que é o
    Mano chão que vai entrar cantando

    Banging on my bongo
    all that swing belongs tô me
    I'm so happy there's nobody
    in my place instead of me

    I'm a king without a crown
    Hanging loose in a big town
    but I'm the king of Bongo
    baby I'm the king of Bongo Bong

    Medita, se eleva
    Relaxa, releva
    A vida entrega
    E pega de volta
    Na volta da selva
    A salvo é o santo
    Na lágrima interna
    O sorriso é um pranto
    A testa relaxa
    A nuca se solta
    Coluna ereta
    Poeta na escolta

    Na rota indecisa, indefinida
    Abstrata, retrata os jogos da vida
    Ferida, aberta, depois cicatriza
    Momento sutil que te sensibiliza
    Nem sempre a gente disponibiliza
    De tempo e atenção como a gente visa

    Minha rima, minha sina
    Meu amor, minha missa
    Noitada, matina
    Tardinha laranja
    Meus mano, minha ganja
    Anjas de calcinha
    Na linha fartura
    Aqui não se esbanja

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