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Axé, Erê, Senhor, sempre o meu pastor,
Nada me faltará e sempre me guardar.
Por onde eu andar, não me deixa cair.
E se o dia for triste, faça ele sorrir.
E se o tempo fechou, faça nascer o sol.
Menino brilha muito, jogando seu futebol.
Eu sei, que a vida não é fácil não.
Me desculpe mãe, por essa contra mão.
Pedi perdão ao pai, mas ainda estou bem,
Pois nessa escola da vida sempre sonhei em ser alguém.
Dificuldade pra mim nunca me diminuiu.
E assim eu sigo, por todo esse Brasil.
Quem não gosta de mim, concerteza não faz falta,
O trem passa por cima se tentar pôr na mancada.
O covarde vive muito nesse mundo louco.
Mas, eu prefiro morrer, pra nascer de novo.
Sem limites, eu sempre fui um moleque sem limites.
Acostumado a viver no crime,e sem ter hora pra voltar.
Sem limites, eu sempre fui um moleque sem limites.
Acostumado a viver no regime, e sem ter hora pra acabar( pra acabar).(2x)
São Jorge protetor, tem sempre meu valor.
Eu tatuei em mim, pra nunca sentir dor.
Pai de revoluções, quem crê diga amém.
E se ele lutou, eu vou lutar também.
Vou fazer rico beijar, o pé de quem é pobre.
E quem é pobre subir, mas nunca ser esnobe.
Eu imagino um vendedor de picolé de praia,
Tendo de tudo que há de luxo dentro da sua casa.
Sem limites, eu sempre fui um moleque sem limites.
Acostumado a viver no regime, e sem ter hora pra voltar.
Sem limites, sempre fui um moleque sem limites.
Acostumado a viver no regime, e sem ter hora pra voltar.(2x)
Nada me faltará e sempre me guardar.
Por onde eu andar, não me deixa cair.
E se o dia for triste, faça ele sorrir.
E se o tempo fechou, faça nascer o sol.
Menino brilha muito, jogando seu futebol.
Eu sei, que a vida não é fácil não.
Me desculpe mãe, por essa contra mão.
Pedi perdão ao pai, mas ainda estou bem,
Pois nessa escola da vida sempre sonhei em ser alguém.
Dificuldade pra mim nunca me diminuiu.
E assim eu sigo, por todo esse Brasil.
Quem não gosta de mim, concerteza não faz falta,
O trem passa por cima se tentar pôr na mancada.
O covarde vive muito nesse mundo louco.
Mas, eu prefiro morrer, pra nascer de novo.
Sem limites, eu sempre fui um moleque sem limites.
Acostumado a viver no crime,e sem ter hora pra voltar.
Sem limites, eu sempre fui um moleque sem limites.
Acostumado a viver no regime, e sem ter hora pra acabar( pra acabar).(2x)
São Jorge protetor, tem sempre meu valor.
Eu tatuei em mim, pra nunca sentir dor.
Pai de revoluções, quem crê diga amém.
E se ele lutou, eu vou lutar também.
Vou fazer rico beijar, o pé de quem é pobre.
E quem é pobre subir, mas nunca ser esnobe.
Eu imagino um vendedor de picolé de praia,
Tendo de tudo que há de luxo dentro da sua casa.
Sem limites, eu sempre fui um moleque sem limites.
Acostumado a viver no regime, e sem ter hora pra voltar.
Sem limites, sempre fui um moleque sem limites.
Acostumado a viver no regime, e sem ter hora pra voltar.(2x)
Letra enviada por Liana Pires Vieira
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