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Meu Deus! Meu Deus!
Que triste vida
Todos me chamam de "comida"
Porque eu ando só!
Não treme tanto a gelatina
Que o caldo entorna da terrina
Eu viro pão-de-ló
Dondoca, Dondoca
Anda depressa
Que eu belisco essa pernoca
Minha Dondoca, Dondoquinha
Tu és de fato, és da pontinha
Tem pena do tatu
Eu ando sempre envergonhada
A toda hora beliscada
Que praga de urubu
Vou dar o fora, vou pra casa
Estou nervosa, estou em brasa
Ó céus, que maldição
Eu vou a pé a Cascadura
Vou espiar na fechadura
O teu velho babão.
Que triste vida
Todos me chamam de "comida"
Porque eu ando só!
Não treme tanto a gelatina
Que o caldo entorna da terrina
Eu viro pão-de-ló
Dondoca, Dondoca
Anda depressa
Que eu belisco essa pernoca
Minha Dondoca, Dondoquinha
Tu és de fato, és da pontinha
Tem pena do tatu
Eu ando sempre envergonhada
A toda hora beliscada
Que praga de urubu
Vou dar o fora, vou pra casa
Estou nervosa, estou em brasa
Ó céus, que maldição
Eu vou a pé a Cascadura
Vou espiar na fechadura
O teu velho babão.
Letra enviada por Felipe Nepomuceno
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