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(Noite triste)
Aqui neste bar eu já gastei tudo que tinha no bolso
Tentando arrancar do peito magoado um triste desgosto
A noite passou e eu não percebi
Não valeu a pena ficar sem dormir
Sair dessa fossa eu não consegui
Noite triste
Já é madrugada e embriagado eu me encontro aqui
Noite triste
O bar vai fechar e até mesmo o garçom me pediu pra sair
(Quebradas da noite)
A cama está vazia
Um travesseiro sobrando
O cobertor não me aquece
O vento que está soprando
E nas quebradas da noite
Bitucas estão queimando
E o travesseiro amigo
Por ela está esperando
E no silêncio da noite
Só ouço o barulho do vento
Somente as quatro paredes
São testemunhas do meu sofrimento
E no silêncio da noite
Só ouço o barulho do vento
Somente as quatro paredes
São testemunhas do meu sofrimento
(Blusa vermelha)
quando olho na parede e vejo seu retrato
as lágrimas banham meu rosto num pranto sem fim
sento na cama e fico sozinho no quarto
vem a saudade maldita e se apossa de mim
levanto, vou no guarda-roupa e abro as portas
vejo a blusa vermelha que você deixou
aí então o desespero rouba a minha calma
eu saio pra rua e até minha alma
chora em silêncio ao sentir minha dor
Deus ó senhor poderoso eu lhe faço o pedido
mande um alívio a este coração que sofre
se ela um dia regressar eu lhe agradeço
porém padecer como eu padeço
eu prefiro mil vezes que me mande a morte
Aqui neste bar eu já gastei tudo que tinha no bolso
Tentando arrancar do peito magoado um triste desgosto
A noite passou e eu não percebi
Não valeu a pena ficar sem dormir
Sair dessa fossa eu não consegui
Noite triste
Já é madrugada e embriagado eu me encontro aqui
Noite triste
O bar vai fechar e até mesmo o garçom me pediu pra sair
(Quebradas da noite)
A cama está vazia
Um travesseiro sobrando
O cobertor não me aquece
O vento que está soprando
E nas quebradas da noite
Bitucas estão queimando
E o travesseiro amigo
Por ela está esperando
E no silêncio da noite
Só ouço o barulho do vento
Somente as quatro paredes
São testemunhas do meu sofrimento
E no silêncio da noite
Só ouço o barulho do vento
Somente as quatro paredes
São testemunhas do meu sofrimento
(Blusa vermelha)
quando olho na parede e vejo seu retrato
as lágrimas banham meu rosto num pranto sem fim
sento na cama e fico sozinho no quarto
vem a saudade maldita e se apossa de mim
levanto, vou no guarda-roupa e abro as portas
vejo a blusa vermelha que você deixou
aí então o desespero rouba a minha calma
eu saio pra rua e até minha alma
chora em silêncio ao sentir minha dor
Deus ó senhor poderoso eu lhe faço o pedido
mande um alívio a este coração que sofre
se ela um dia regressar eu lhe agradeço
porém padecer como eu padeço
eu prefiro mil vezes que me mande a morte
Eu Aposto
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