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Vai minha tristeza e diz à ela que
Sem ela não pode ser.
Diz-lhe numa prece
Que ela regresse,
Porque eu não posso mais sofrer.

Chega de saudade,
A realidade é que
Sem ela não há paz, não há beleza é só tristeza
E a melancolia que não sai de mim,
Não sai de mim, não sai...

Mas se ela voltar,
Se ela voltar, que coisa linda... Que coisa louca...
Pois há menos peixinhos a nadar no mar,
Do que os beijinhos que eu darei na sua boca.

Dentro dos meus braços,
Os abraços hão de ser milhões de abraços:
Apertado assim, colado assim, calado assim;
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim,
Que é para acabar com esse negócio de viver longe de mim.
Vai minha tristeza e diz à ela que
Sem ela não pode ser.
Diz-lhe numa prece
Que ela regresse,
Porque eu não posso mais sofrer.

Chega de saudade,
A realidade é que
Sem ela não há paz, não há beleza é só tristeza
E a melancolia que não sai de mim,
Não sai de mim, não sai...

Mas se ela voltar,
Se ela voltar, que coisa linda... Que coisa louca...
Pois há menos peixinhos a nadar no mar,
Do que os beijinhos que eu darei na sua boca.

Dentro dos meus braços,
Os abraços hão de ser milhões de abraços:
Apertado assim, colado assim, calado assim;
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim,
Que é para acabar com esse negócio de viver longe de mim.
Não quero mais esse negócio de você viver assim, vamos deixar esse negócio de você viver sem min.

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