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  • Informações do Álbum João Gilberto
    Ouvir álbum completo João Gilberto Ano de lançamento: 1998
    1. Águas De Março
    2. Undi
    3. Na Baixa Do Sapateiro
    4. Avarandado
    5. Falsa Baiana
    6. Eu Quero Um Samba
    7. Eu Vim Da Bahia
    8. Valsa (Como São Lindos Os Youguis) (Bebel)
    9. É Preciso Perdoar
    10. Izaura

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    É pau, é pedra, é o fim do caminho

    É um resto de toco, é um pouco sozinho

    É um caco de vidro, é a vida, é o sol

    É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol

    É peroba do campo, é o nó da madeira

    Caingá, candeia, é o Matita Pereira

    É madeira de vento, tombo da ribanceira

    É o mistério profundo, é o queira ou não queira

    É o vento ventando, é o fim da ladeira

    É a viga, é o vão, festa da cumeeira

    É a chuva chovendo, é conversa ribeira

    Das águas de março, é o fim da canseira

    É o pé, é o chão, é a marcha estradeira

    Passarinho na mão, pedra de atiradeira

    É uma ave no céu, é uma ave no chão

    É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão

    É o fundo do poço, é o fim do caminho

    No rosto o desgosto, é um pouco sozinho


    É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto

    Um pingo pingando, uma conta um conto

    Um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando

    É a luz da manhã, é o tijolo chegando

    É a lenha, é o dia, é o fim da picada

    É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada

    O projeto da casa, é o corpo na cama

    É o carro enguiçado, é a lama, é a lama

    É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã

    É um resto de mato, na luz da manhã

    São as águas de março fechando o verão

    É a promessa de vida no teu coração

    É uma cobra, é um pau, é João, é José

    É um espinho na mão, é um corte no pé


    São as águas de março fechando o verão

    É a promessa de vida no teu coração

    É pau, é pedra, é o fim do caminho

    É um resto de toco, é um pouco sozinho

    É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã

    É um belo horizonte, é uma febre terçã

    São as águas de março fechando o verão

    É a promessa de vida no teu coração

    É pau, é pedra, é o fim do caminho

    Um resto de toco, é um pouco sozinho

    É um caco de vidro, é a vida, é o sol

    É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol

    São as águas de março fechando o verão

    É a promessa de vida no teu coração

    É pau, é pedra, é o fim do caminho

    É um resto de toco, é um pouco sozinho

    É um caco de vidro, é a vida, é o sol

    É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol

    É peroba do campo, é o nó da madeira

    Caingá, candeia, é o Matita Pereira

    É madeira de vento, tombo da ribanceira

    É o mistério profundo, o queira ou não queira

    É o vento ventando, é o fim da ladeira

    É a viga, é o vão, festa da cumeeira

    É a chuva chovendo, é conversa ribeira

    Das águas de março, é o fim da canseira

    É o pé, é o chão, é a marcha estradeira

    Passarinho na mão, pedra de atiradeira

    É uma ave no céu, é uma ave no chão

    É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão

    É o fundo do poço, é o fim do caminho

    No rosto o desgosto, é um pouco sozinho


    É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto

    Um pingo pingando, uma conta um conto

    Um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando

    É a luz da manhã, é o tijolo chegando

    É a lenha, é o dia, é o fim da picada

    É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada

    O projeto da casa, é o corpo na cama

    É o carro enguiçado, é a lama, é a lama

    É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã

    É um resto de mato, na luz da manhã

    São as águas de março fechando o verão

    É a promessa de vida no teu coração

    É uma cobra, é um pau, é João, é José

    É um espinho na mão, é um corte no pé

    São as águas de março fechando o verão

    É a promessa de vida no teu coração

    É pau, é pedra, é o fim do caminho

    É um resto de toco, é um pouco sozinho

    É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã

    É um belo horizonte, é uma febre terçã

    São as águas de março fechando o verão

    É a promessa de vida no teu coração

    É pau, é pedra, é o fim do caminho

    Um resto de toco, é um pouco sozinho

    É um caco de vidro, é a vida, é o sol

    É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol

    São as águas de março fechando o verão

    É a promessa de vida no teu coração

    É pau é pedra

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