- Letra
Bem Na Moda Missioneira
Gaúchos (Robledo Martins e Rui Carlos Ávila)
Ronca uma gaita num surungo abagualado,
Floreando encanto de algum fandango fronteiro....
Que é desse jeito que a peonada já se assanha
Pra arrastá a bota num bailongo bem campeiro!
Vem o chibeiro... O domador... Vem o balseiro...
O carreteiro... A "percantada"... E o plantador...
É o mundo "crudo" se irmanando neste tranco,
Que eu não sou santo, e neste embalo eu também vô!!!
...E dê-lhe Xixo, na bailanta missioneira,
Onde as "pinguancha", retrechando no salão,
Mexem os "mondongo", rebolcando a noite inteira,
Nesta vaneira, bem na moda do Pontão!!!
Que o chão batido, do galpão de dois cupiar
– De costaneira, coberto de santa-fé –
É o velho templo onde o Rio Grande se ajoelha
Nesta vaneira de fazê perdê os "chulé"!
E a Siá Chinóca, estralando os "mocotó",
Levanta o pó num tranco "véio" que repuxa...
Neste compasso dança inté quem tá de luto...
Que é Xixo Bruto... Não tem coisa mais gaúcha!!!
...E dê-lhe Xixo, nesta farroma gaúcha,
Onde a indiada, tapada de polvadeira,
Mexem os "pelego", pateando saibro socado,
Nesta veneira, bem na moda missioneira!
Floreando encanto de algum fandango fronteiro....
Que é desse jeito que a peonada já se assanha
Pra arrastá a bota num bailongo bem campeiro!
Vem o chibeiro... O domador... Vem o balseiro...
O carreteiro... A "percantada"... E o plantador...
É o mundo "crudo" se irmanando neste tranco,
Que eu não sou santo, e neste embalo eu também vô!!!
...E dê-lhe Xixo, na bailanta missioneira,
Onde as "pinguancha", retrechando no salão,
Mexem os "mondongo", rebolcando a noite inteira,
Nesta vaneira, bem na moda do Pontão!!!
Que o chão batido, do galpão de dois cupiar
– De costaneira, coberto de santa-fé –
É o velho templo onde o Rio Grande se ajoelha
Nesta vaneira de fazê perdê os "chulé"!
E a Siá Chinóca, estralando os "mocotó",
Levanta o pó num tranco "véio" que repuxa...
Neste compasso dança inté quem tá de luto...
Que é Xixo Bruto... Não tem coisa mais gaúcha!!!
...E dê-lhe Xixo, nesta farroma gaúcha,
Onde a indiada, tapada de polvadeira,
Mexem os "pelego", pateando saibro socado,
Nesta veneira, bem na moda missioneira!
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