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Eu vou fazer um ranchinho
De carbo e beira chão
Na beira do corumbá
Lá no centro do sertão
Vou deixar de meus amores
E de muita ilusão
Vou morar lá no deserto
Sem mágoa no coração
Lá vou formar um jardim
Pra me divertir com as flores
Vou plantar as parasitas
E cravos de todas cores
Um galho pra rosa branca
Pra ser o meu amor
Ali vou cantar sozinho
Disfarçando minha dor
Eu disse que vou embora
E agora estou de saída
No braço desta viola
Vou fazer a despedida
Despedi dos companheiros
Com a lágrima descida
Adeus para nunca mais
Ó minha ingrata fingida
Um dia deus me chama
E os anjos vem me buscar
Eu deixo tudo no mundo
Minha viola eu vou levar
Canto moda pra são pedro
Para mim no céu entrar
Despedi do meu ranchinho
E a rosa que ficou lá .
De carbo e beira chão
Na beira do corumbá
Lá no centro do sertão
Vou deixar de meus amores
E de muita ilusão
Vou morar lá no deserto
Sem mágoa no coração
Lá vou formar um jardim
Pra me divertir com as flores
Vou plantar as parasitas
E cravos de todas cores
Um galho pra rosa branca
Pra ser o meu amor
Ali vou cantar sozinho
Disfarçando minha dor
Eu disse que vou embora
E agora estou de saída
No braço desta viola
Vou fazer a despedida
Despedi dos companheiros
Com a lágrima descida
Adeus para nunca mais
Ó minha ingrata fingida
Um dia deus me chama
E os anjos vem me buscar
Eu deixo tudo no mundo
Minha viola eu vou levar
Canto moda pra são pedro
Para mim no céu entrar
Despedi do meu ranchinho
E a rosa que ficou lá .
Letra enviada por Yuri Leal
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