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    Sou testemunha de um milagre de Cristo, vejo o crucifixo tornando o oprimido pacífico.

    A fé em dose cavalar, anula o espírito de guerra aceitar a dor pra carne pra ser feliz na vida eterna.

    Só essa tese explica a ausência do grupo guerrilheiro com bomba incendiária pra libertação de preso.

    È um milagre o Carrefour não ser saqueado, as arvores do Ibirapuera não ter rico enforcado.

    Todo dia no avião pagador não ter ação. ouro em barra na mão, para quedas pra tripulação.

    O político na autopsia ter água no pulmão sinal que jogaram de braço amarrado pra natação.

    Meu ponto de vista é sincero e dá processo, quer palanque? Dá o martelo e Pla no meio do cérebro.

    Irônico trágido, povo em 2º em compra de jato, não consome as calorias pra uma vida saudável.

    Tudo é válido onde quem faz filme pornográfico, vira rainha e tira o material do mercado.

    O calcanhar de Aquiles do pobre é a educação, imagina o mendigo compreendendo a constituição.

    Ia pro instituto de zoonoses uma pá de magnata, morrer na câmara de descompensação igual a vira-lata.

    Não ouvi da boca de Jesus para eu dar a outra face, prefiro crer que ele me queira gladiador, não covarde.

    Você não honra a dor da coroa de espinhos, a palavra sagrada é munição, não é exílio.

    A carne furada com prego na crucificação, merece mais do que prece e joelho no chão.

    A bíblia não é escudo, é manual pra libertação, siga o exemplo de São Jorge, espada no Dragão.

    Não espera a justiça do homem ela é podre, é cega, queria dar Nobel pro Bush, que promove a guerra.

    O inimigo destrói sua célula, sua herança genética, dá o padrão da sua linha de montagem perversa.

    O peso, a altura, o modo que você raciocina, consequência da dieta sem proteína.

    Lembra o tempo da escola, na prova o zero, você não era burro, faltou leite materno.

    Quase entrou nas 9% de crianças desnutridas, que morrem antes de um ano de vida.

    O refém no cativeiro não é vingança, dão um deles pra pm estraçalhar nossas crianças. Põem carteira, plantam arma, pólvora na unha, depois lavram o BO com umas 20 testemunhas.

    Até a planta da sua casa é do arquiteto inimigo, compensado, brasilite, barro como piso.

    Seu filho, se pá, vai degolar a professora, cadê o material? Ouve toda mão que vai na lousa.

    Nem com morte cerebral, esperando o off do aparelho, o colecionador de Ferrari te doa um fio de cabelo. Jesus já fez sua parte, furaram com prego sua mão, em tempo de guerra a Kalishnicove e a oração.

    Você não honra a dor da coroa de espinhos, a palavra sagrada é munição, não é exílio.

    A carne furada com prego na crucificação, merece mais do que prece e joelho no chão.

    A vida é rinha de pit bul, onde poodle não sai vivo, foco de incêndio onde não chega a escada magirus.

    Mesmo rico daqui visto no exterior como Tarzan e Xita, quer seu corpo no carro de mão na BBC, sendo notícia.

    No Piquet que derruba secretário, é o dos 29 presídios simultaneamente rebelados.

    So temem o preso com estratégia guerrilheira que abala as coluna do prédio da Bovespa.

    Enquanto se escondem atrás da bíblia, do terço, votam o projeto pra idade penal começar no berço.

    O negro que protesta pela sua cota na faculdade, termina enforcado na carceragem do Depatri.

    Papai que isso preto no feijão do meu prato?È fezes de rato, tira ai com o garfo.

    Essas horas ter feito química seria bom, pra jogar no Morumbi uma bomba de um megaton.

    Quando arrancarem olho pra leitora biométrica, não por arroz na panéla, como um golpe de estado da favela.

    O português que rouba nossa terra até hoje, não vai mais derrubar barraco pra montar campo de golfe.

    Não vou por emblema da telefônica no palio, de crachá entrar na mansão com 171 nos empregados.

    Minha aprovação pro céu, talvez seja no banco dos réus, por que alojei no opressor um projétil de imbel.

    Você não honra a dor da coroa de espinhos, a palavra sagrada é munição, não é exílio.

    A carne furada com prego na crucificação, merece mais do que prece e joelho no chão.

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