Distúrbio Verbal
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Visitantes Ocultos

Distúrbio Verbal


Me fizeram pensar que eu estava aqui, porra, vai vendo.
Ocultaram minhas ideias pra mim não poder te inspirar,
Sabem fazer do jogo armadilha
que prende tua língua na boca
A todo momento vigiam teus passos.

Botaram os lagartos pra te vigiar!

Pupila vertical, sem impressão digital
Tua escama esbanja a trama, eu oro contra o ritual.
Sei que con con concordo
Com tudo aquilo, que
Que que que me recordo.
E quando acordo, abordo o que discordo
Não topo e não troco, minha vida, minha fé e meu foco.

Eu já não sei qual foram as pegadas que gravou no chão
E o que vi da vida ficou la pra trás
Eu volto revejo, não paro, me largo
Um louco no mundo pensando bobeira
Não manipulam meus pensamentos
Eu vivo a matrix, são os three, six,
Ninguém vive livre no confinamento.

Pessoas que não são humanos,circulam por aqui!
Enviados espiões, vieram nos perseguir.

Tá "teno" tabuleiro, e eu sou uma peça
Tá "teno" enfermo, e a boca que traga num arremessa.

Celebro meu dom, no armagedo
A besta que inclina pra mim tropeçar
No rosa batom, buceta neon
Brilham na minha cama pra mim fornicar!

Querem juntar meu corpo aos delas,
Demônios de saia,
Enviadas na terra, em forma sedutora
Na pala que arma a tocaia.

E quando eu dormir será incerto se vou acordar,
Mas embaixo do estrado da cama
uma carta secreta irei de deixar.

Não cairei na isca da "odalisca" babilouca
Matei minha carne, e isso num é coisa pouca
Ninguém apagará minha fé, deus me poe de pé
Quebro o compasso, chuto o triangulo,
E furo o teu olho.

Vem manipular, e entrar na sua mente
Habitantes de você, mero subconsciente

Debocham da sua fé, na lavagem cerebral
Desenhos, cantos, imagens fode com o espiritual.

É tudo igual, ritual, anti pensamento
Já é normal, ilusão, do entretenimento
Que desperdício, o homem e seu vicio
No precipício é voz é rodizio
Mini comício, só maleficio, ra-ra prefiro o hospício.

Tudo pra tirar sua atenção
(eles compram o seu caráter com prazer)
Tudo pra tirar sua atenção
(diz aí, vai se converter em que?)

Como pode um ser, sem se conhecer?
Fazer acontecer um peso morto (morto)
Enquanto os falsos deuses condenavam os canhotos.

E quando o sal virou dinheiro, ai fodeu!
Na falta de amor, até com deus tu é ateu
Que prega o sexo oposto, que jura não se entregar
Agrada o oculto, e se entrega ao primeiro demônio
que vem te buscar
Idéias que fazem chocar, e mães que tende a chorar
E homens que buscam alivio, na utopia do mundo acabar

Mas eu sei!
Esta passagem é tão difícil
Implorem água pura quando o fim tornar inicio.

Composição: Ldrap, Matheus e Ingles

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