Freguês da Meia Noite Criolo
Meia Noite,
Em pleno Largo do Arouche,
Em frente ao Mercado das Flores,
Há um restaurante francês, e lá te esperei

Meia Noite,
Num frio que é um açoite,
A confeiteira e seus doces,
sempre vem oferecer.

Furta-cor de prazer,
E não há como negar,
que o prato a se ofertar,
não a faça salivar.

Num quartinho de ilusão,
meu cão que não late em vão,
No frio atrito meditei,
Dessa vez não serei seu freguês,

Meia Noite,
Num frio que é um açoite,
A confeiteira e seus doces,
sempre vem oferecer.

Furta-cor de prazer,
E não há como negar,
que o prato a se ofertar,
não a faça salivar.

Num quartinho de ilusão,
Meu cão que não late em vão,
No frio atrito meditei,
Dessa vez não serei seu freguês.



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Última atualização: 21/05/2012 09:42:08
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