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Eu nasci como um álibi
Como um réu de um crime insolúvel
Você sabe, um erro contornável
Nunca deixará de ser um erro
Encare o abismo e então ele encarará você, você
Pois no meio da escuridão não há nada, nada pra se ver
Olhe para si refletido em mim
Ouça o silêncio que você me deu
Eu sou o sol que não nasceu
Quem poderá saber o que se perdeu?
Olhe para si refletido em mim
Ouça o silêncio que você me deu
Eu sou o sol que não nasceu
Quem poderá saber o que se perdeu
E que isso não fique entre nós
Como entre nós tudo isso está
Quem poderá saber?
Quem poderá saber o que se perdeu?
Quem poderá saber?
Se eu sou o sol que não nasceu
Quem poderá saber?
Ouça o silêncio que você me deu
Como um réu de um crime insolúvel
Você sabe, um erro contornável
Nunca deixará de ser um erro
Encare o abismo e então ele encarará você, você
Pois no meio da escuridão não há nada, nada pra se ver
Olhe para si refletido em mim
Ouça o silêncio que você me deu
Eu sou o sol que não nasceu
Quem poderá saber o que se perdeu?
Olhe para si refletido em mim
Ouça o silêncio que você me deu
Eu sou o sol que não nasceu
Quem poderá saber o que se perdeu
E que isso não fique entre nós
Como entre nós tudo isso está
Quem poderá saber?
Quem poderá saber o que se perdeu?
Quem poderá saber?
Se eu sou o sol que não nasceu
Quem poderá saber?
Ouça o silêncio que você me deu
Letra enviada por Vivi Gonzales
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