Muito mais que só letras de músicas

  • Vagalume
  • A-Z
  • Estilos
  • Top 100
  • Playlists
  • Hot Spots
  • Notícias
  • PLAY

    Desire In Violent Overture
    Nights came tralling ghost concertos
    Heartstrings a score of skeletal reaper bows
    Playing torture chamber music allegretto
    Conducting over throes trashed to crescendo

    Skinless the dark shall scream
    Hoarse Her symphonies

    Deathmashed as the moon
    That had lifted Her dreams
    And frowned on the winding steps down
    To where the vulgar strayed,
    Taunting sick Her tender prey
    She glided in Her bridal gown

    How sleep the pure
    Desire in Violent Overture

    An emanation of phantom madness
    The Countess beheld in shroud
    By girls bereft of future vows
    Soon to wed in white the frosted ground
    Burning like a brand on the countenance of god
    A yearning took Her hand to His Seraphim, bound

    Deep red hissed the cat whips
    On the whim of ill-will
    Whilst She entranced, nonchalant, abliss
    Flayed further songs of overkill

    How weep the pure
    Desire in Violent overture

    In a crescent-whime cellar of crushed roses
    Pooled blood and broken dolls
    A torchlit shadow theatre souled
    With the echoed cries of lives She stole

    Killing time
    She struck the hours dead
    In Her control
    Thus menopaused
    Her clock of hacked out cunts
    Began to toll

    "Thirteen chimes of ancient strain
    I conjure forth with dirge
    That fills the void with timbred pain
    To fulfil my sexual urge"

    Frights came wailing from the Darkside
    Haunting lipless mouths a fugue of arcane diatribes
    Velvet, their voices coffined Her in slumber
    Bespattered and appeased
    As pregnant skies outside bore thunder

    How sleep the pure
    Desire in violent overture

    As when high winds
    Attune whipped trees
    Her savage nature pitched
    Would once again conduct the pleas
    Of those She loved to agonies

    As if it were
    The first time every night
    That She carved Her seal
    In the flesh of life.
    As noites chegaram
    Deixando rastros de concertos fantasmas
    As cordas do coração
    Uma partitura do Anjo da Morte esquelético
    Tocando um allegretto, música de câmara de tortura
    Conduzindo sobre os espasmos
    Agitados até o crescendo

    Esfolada, a escuridão gritará
    Roucas, as sinfonias Dela

    A morte amassada como a lua
    Que estimulou os sonhos Dela
    E intimidou com seu olhar nos degraus sinuosos
    Para onde a vulgar se desviou
    Escarnecendo Sua presa frágil
    Ela caminhou firme em Seu vestido nupcial

    Como dorme o puro
    Desejo em Violento Prelúdio

    Uma emanação de loucura fantasma
    A Condessa contemplou na mortalha
    Junto às garotas privadas dos juramentos futuros
    Logo se casarão de branco, o solo coberto de geada
    Queimando como uma marca no semblante de Deus
    Um anseio levou a mão Dela ao Serafim Dele, atados

    Vermelho escuro, o chicote de nove tiras estala
    No capricho da má-vontade
    Enquanto Ela arrebatou, impassível, a felicidade das
    Canções esfoladas da matança

    Como chora o puro
    Desejo em Violento prelúdio

    Em um crescente porão de rosas esmagadas
    Sangue empoçado e bonecas quebradas
    Uma sombra iluminada, o teatro que ganhou alma
    Com os gritos ecoados das vidas que Ela roubou

    Tempo de matança
    Ela marcou as horas mortas
    Em Seu controle
    Assim na menopausa
    Seu relógio de vaginas arrancadas
    Começou a soar

    "Treze carrilhões de toque antigo
    Eu conjuro adiante com canto fúnebre
    Que preenche o vazio com a dor timbrada
    Para satisfazer meu apetite sexual"

    Os temores vieram lamentando do lado escuro
    Assombrando as bocas sem lábios
    Uma fuga de diatribes arcanas
    Aveludadas, suas vozes a confinaram no sono
    Enlameada e apaziguada
    Enquanto os céus grávidos lá fora davam à luz trovão

    Como dorme o puro
    Desejo em violento prelúdio

    Assim quando os ventos altos
    Harmonizaram as árvores chicoteadas
    A natureza selvagem Dela pichada
    Mais uma vez conduziria os apelos
    Daquelas que Ela amou até as agonias

    Como se fosse
    A primeira vez, todas as noites
    Que Ela esculpiu sua marca
    Na carne da vida



    Comente
    user 300 caracteres restantes. Enviar

    Todas as letras de Cradle of Filth

    Publicidade
    Notícias
    Mais notícias »
    Hot Spot
    Top Músicas do Vagalume
    Top 100 »

    As informações deste site são postadas integralmente pelos usuários. É importante dizer que é possível que os dados estejam desatualizados ou incorretos, sendo assim, o Vagalume exime-se de qualquer responsabilidade sobre as informações publicadas.Caso haja interesse em remover ou alterar alguma informação, entre em contato conosco.


    É permitida somente a visualização no site das letras de músicas encontradas aqui, vedada sua reprodução através de quaisquer outros meios (Lei 9610/98).Todas as letras de músicas são propriedade dos seus respectivos autores e divulgadas somente para fins educacionais.All lyrics are property and copyright of their owners. All lyrics are provided for educational purposes only.