PLAY
(Pout-pourri):
(Eu Não Tenho Onde Morar) (Dorival Caymmi)
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Mas eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Eu nasci pequenininho
Como todo mundo nasceu
Todo mundo mora direito
Quem mora torto sou eu
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Vivo na beira da praia
Com a sorte que Deus me deu
Maria mora com as outras
Quem paga o quarto sou eu
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Mas eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
(Não Tenho Lágrimas) (Milton de Oliveira – Max Bulhões)
Quero chorar, não tenho lágrimas
Que me rolem nas faces pra me socorrer
Se eu chorasse, talvez desabafasse
O que eu sinto no peito, não posso dizer
Só porque não sei chorar
Eu vivo triste a sofrer
Quero chorar, não tenho lágrimas
Que me rolem nas faces pra me socorrer
Se eu chorasse, talvez desabafasse
O que eu sinto no peito, não posso dizer
Só porque não sei chorar
Eu vivo triste a sofrer
Estou certo que o riso
Não tem nenhum valor
A lágrima sentida
É o retrato de uma dor
O destino assim quis
De mim te separar
Eu quero chorar, não posso
Vivo a implorar
Quero chorar, não tenho lágrimas
Que me rolem nas faces pra me socorrer
Se eu chorasse, talvez desabafasse
O que eu sinto no peito, não posso dizer
Só porque não sei chorar
Eu vivo triste a sofrer
Quero chorar, não tenho lágrimas
Que me rolem nas faces pra me socorrer
Se eu chorasse, talvez desabafasse
O que eu sinto no peito, não posso dizer
Só porque não sei chorar
Eu vivo triste a sofrer
Estou certo que o riso
Não tem nenhum valor
A lágrima sentida
É o retrato de uma dor
O destino assim quis
De mim te separar
Eu quero chorar, não posso
Vivo a implorar
(Maracangalha) (Dorival Caymmi)
Eu vou pra Maracangalha, eu vou
Eu vou de chapéu de palha, eu vou
Eu vou de uniforme branco, eu vou
Eu vou convidar Anália, eu vou
Eu vou pra Maracangalha, eu vou
Eu vou de chapéu de palha, eu vou
Eu vou de uniforme branco, eu vou
Eu vou convidar Anália, eu vou
Eu vou pra Maracangalha, eu vou
(Eu Não Tenho Onde Morar) (Dorival Caymmi)
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Mas eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Eu nasci pequenininho
Como todo mundo nasceu
Todo mundo mora direito
Quem mora torto sou eu
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Vivo na beira da praia
Com a sorte que Deus me deu
Maria mora com as outras
Quem paga o quarto sou eu
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Mas eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
Eu não tenho onde morar
É por isso que eu moro na areia
(Não Tenho Lágrimas) (Milton de Oliveira – Max Bulhões)
Quero chorar, não tenho lágrimas
Que me rolem nas faces pra me socorrer
Se eu chorasse, talvez desabafasse
O que eu sinto no peito, não posso dizer
Só porque não sei chorar
Eu vivo triste a sofrer
Quero chorar, não tenho lágrimas
Que me rolem nas faces pra me socorrer
Se eu chorasse, talvez desabafasse
O que eu sinto no peito, não posso dizer
Só porque não sei chorar
Eu vivo triste a sofrer
Estou certo que o riso
Não tem nenhum valor
A lágrima sentida
É o retrato de uma dor
O destino assim quis
De mim te separar
Eu quero chorar, não posso
Vivo a implorar
Quero chorar, não tenho lágrimas
Que me rolem nas faces pra me socorrer
Se eu chorasse, talvez desabafasse
O que eu sinto no peito, não posso dizer
Só porque não sei chorar
Eu vivo triste a sofrer
Quero chorar, não tenho lágrimas
Que me rolem nas faces pra me socorrer
Se eu chorasse, talvez desabafasse
O que eu sinto no peito, não posso dizer
Só porque não sei chorar
Eu vivo triste a sofrer
Estou certo que o riso
Não tem nenhum valor
A lágrima sentida
É o retrato de uma dor
O destino assim quis
De mim te separar
Eu quero chorar, não posso
Vivo a implorar
(Maracangalha) (Dorival Caymmi)
Eu vou pra Maracangalha, eu vou
Eu vou de chapéu de palha, eu vou
Eu vou de uniforme branco, eu vou
Eu vou convidar Anália, eu vou
Eu vou pra Maracangalha, eu vou
Eu vou de chapéu de palha, eu vou
Eu vou de uniforme branco, eu vou
Eu vou convidar Anália, eu vou
Eu vou pra Maracangalha, eu vou
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